Na abertura do ano judicial

É o bordão dos últimos anos: “temos de ter uma justiça célere”. Por amor de Deus: já toda a gente percebeu que a justiça em Portugal é a continuação da política por outros meios. Estamos a chegar ao ponto em que quem nos governa é o tandem mágico jornalistas-Ministério Público, enviando recados daqui para ali e dali para aqui. Se há reforma da justiça a fazer é essa. Curiosamente, é a reforma do sistema político.

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