Quem diria?

Já o disse há algum tempo (e já o penso há mais) e também já o disse mais recentemente: o PSD não tem alternativa ao seguinte curso de acção: 1 – um programa político eficaz suficientemente diferenciado do PS mas sem ser demasiado doutrinário, para poder adaptar-se às circunstâncias; 2 – em vez de entrincheirar facções dentro do partido em torno de clivagens como “credível” vs. “não-credível” ou “boa” vs. “má” moeda, juntar credíveis e não-credívies, boas e más moedas – é disso que o PSD historicamente se fez e penso que é disso que ainda se faz.

Estender a mão a Santana, primeiro, e depois a Passos Coelho (ponto 2 acima) vai no bom sentido; prometer não construir o TGV e baixar os impostos vai no sentido do ponto 1 acima, embora ainda falte um bocado mais.

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