Das três uma:
1 – Ou Passos Coelho é uma irrelevância e, ficando presidente do PSD, daqui a pouco já deu lugar a alguém mais substancioso, pelo que não levantaria especiais preocupações;
2 – Ou é um candidato realmente eficaz e, ganhando eleições, é bom para o PSD, pelo que também não levantaria especiais preocupações;
3 – Ou, se é realmente um perigo para a Pátria, os que acham isso que se cheguem à frente, que se candidatem, e não andem a empurrar com a vaga de fundo o pobre Prof. Marcelo, que está tão bem lá na televisão. Se ninguém quer realmente ir para lá, então deixem o Coelho ir.
Eu inclino-me mais para a hipótese 1, com dúvidas sobre a parte da sucessão substanciosa (vendo bem: quem?). Mas, a ser verdadeira, e se neste momento só aquela pessoa quer realmente dirigir o PSD, então o PSD corre realmente o risco de se tornar irrelevante.